sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

GOVERNADORA SE REUNE COM SECRETARIADO

"A situação não está fácil. Estamos todos no mesmo barco e precisamos saber conduzir bem a embarcação para que ela não afunde. Sei que a maior responsabilidade é minha, mas também sei que posso contar com a garra e a competência de cada um de vocês" disse a governadora Rosalba Ciarlini, ao abrir a primeira reunião com todos os secretários e gestores da administração indireta do Estado, no auditório da governadoria na manhã desta sexta-feira.

A reunião está acontecendo com o objetivo apresentar a Dotação Orçamentária para 2011. Com a abertura do exercício, os gestores podem iniciar licitações e contratações, desde que sigam as recomendações restritivas, ainda em vigor, por decreto governamental.

A governadora explicou que o orçamento deste ano será aberto, mas alertou: "não vamos nos iludir, achando que isso significa que a partir de agora vamos ter dinheiro para realizar tudo que pretendemos". Rosalba pediu para que cada titular analisasse bem onde pode diminuir os gastos em suas pastas. "Precisamos ter o ‘pé no chão' e consciência do momento que estamos vivendo. Cada um vai eleger suas prioridades, aquilo que é de fundamental importância. Vamos priorizar os investimentos. Se forem pagas as dívidas contraídas na gestão passada, o orçamento estará todo comprometido. Mas nós não vamos paralisar o Estado. O momento é de reconstrução e de avanço" enfatizou.

Rosalba Ciarlini cobrou dos secretários que fossem apresentadas todas as ações e obras realizadas em cada pasta. "Não gosto de ficar presa em meu gabinete. Muitas vezes irei aos seus gabinetes para os nossos despachos administrativos. Vamos superar todos os problemas e cumprir nossos compromissos de campanha, pois os senhores e senhoras ao serem convocados para o secretariado são co-participantes desta promessa", disse a governadora que pretende anunciar nos próximos dias as ações e obras que já estão sendo destravadas pela atual gestão com o pagamento de contrapartidas ou outras iniciativas administrativo e financeiras.

Fonte: ASSECOM/RN.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

PROFISSÕES DOS DEPUTADOS

Deu na coluna do Cláudio Humberto (www.claudiohumberto.com.br):

A Agência Câmara de notícias fez um levantamento a respeito das profissões dos 513 novos deputados federais que tomarão posse na próxima terça (1º) em Brasília. A pesquisa revelou que, um terço, ou 177 parlamentares eleitos, são das áreas de direito, saúde ou educação. Ainda de acordo com a Agência, há deputados com profissionalização em outras áreas, como, agropecuária, industrial, engenharia, serviço público, ou somente o ensino básico.


Nota: 29% (148 deputados) informaram que não possuiam profissão. Não possuir profissão seria sinônimo de político profissional? Todos os detalhes da nova composição da Câmara dos Deputados você encontra em http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/POLITICA/192878-CONHECA-A-NOVA-COMPOSICAO-DA-CAMARA-DOS-DEPUTADOS.html .

domingo, 30 de janeiro de 2011

SOBRAM VAGAS NO PROUNI

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Apesar do número recorde de inscritos nesta edição do Programa Universidade para Todos (ProUni) – mais de 1 milhão – ainda sobram bolsas. Para o primeiro semestre de 2011, a oferta foi de 123 mil bolsas, mas 117,6 mil estudantes foram convocados em primeira chamada para preenchê-las. Os números mostram uma ociosidade de 4% do total. Dos pré-selecionados, nem todos conseguirão efetivar a matrícula, caso não consigam comprovar que atendem aos critérios de renda exigidos pelo programa.

Desde 2005, o ProUni oferece bolsas de estudo para ex-alunos de escola pública que tenham bom desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Para conseguir o benefício integral, o candidato precisa ter renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo. No caso das bolsas parciais, que custeiam 50% das mensalidades, a renda por pessoa pode deve ser de até 3 salários mínimos. Até o ano passado, 748 mil estudantes tiveram acesso a uma bolsa do programa.

Para a professora da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do tema Elizabeth Balbachevsky esse fenômeno está ligado à própria característica do programa. “O ProUni procura um estudante com perfil raro porque ele precisa ter um desempenho de mediano para bom no Enem, que tem se tornado uma prova cada vez mais difícil e competitiva. Ao mesmo tempo, o candidato precisa ter uma renda muito baixa. São critérios bastante exigentes”, avalia.

De acordo com o Ministério da Educação, 87% das 5.526 bolsas que não foram preenchidas são de cursos de educação a distância. A falta de interesse dos alunos por essa modalidade de ensino seria uma das explicações para a sobra. Outra característica dessas vagas é que a maioria (87%) é parcial – o restante da mensalidade precisaria ser custeado pelo estudante. Entre as integrais, menos de 1% não foi ocupado.

“Existe um preconceito grande na sociedade brasileira, não completamente infundado, com a educação a distância. O estudante pode preferir não se inscrever para a bolsa que não é presencial por ter um certo receio de investir nessa modalidade”, avalia Elizabeth.

Ainda será divulgada uma segunda chamada do ProUni e caso ainda haja bolsas disponíveis o MEC abrirá um novo período de inscrições no período de 21 a 24 de fevereiro. Os 117 mil candidatos devem comparecer às instituições de ensino para onde foram selecionados até o dia 4 de fevereiro para matrícula e comprovação das informações prestadas durante as inscrições. No dia 11 de fevereiro, será divulgada a segunda chamada, com prazo de comprovação de documentos até 17 de fevereiro.

Fonte: www.agenciabrasil.gov.br.

PAGAMENTOS CONTINUAM SUSPENSOS

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte prorrogou, por mais 30 dias, a suspensão de pagamentos a fornecedores e prestadores de serviços.

A decisão, anunciada sob a forma do Decreto Estadual n° 22.149/2011, foi publicada na edição desse sábado (29.01.2011) do Diário Oficial do Estado.

Os pagamentos encontram-se suspensos desde o dia 04 de janeiro de 2011, quando foi editado o Decreto Estadual n° 22.143/2011.

Já o Orçamento Geral do Estado, referente ao exercício fiscal de 2011, ainda se encontra fechado.

TERRORISMO FINANCEIRO

Delfim Netto

Na medida em que se consolidam os dados sobre o comportamento de nossa economia em 2010, e se divulgam os números relativos às demais economias, torna-se cada vez mais claro que o Brasil soube enfrentar com muito mais competência os problemas da crise financeira nos últimos três anos do que a grande maioria dos paí-ses, notadamente os mais desenvolvidos.

Levantamentos recentes mostram que o mundo está longe de poder “fechar o balanço” da tragédia social representada pelo fato de que 30 milhões de trabalhadores perderam seus empregos e que a pobreza relativa voltou a níveis indecentes, como não se viam desde os anos 30 do século XX. Hoje já se contabiliza a perda impressionante de 5% do PIB mundial nesses três últimos anos, um recuo inimaginável até se entender a profundidade da patifaria que dominou os mercados financeiros na primeira década deste novo século.

Uma característica particularmente dramática em toda essa crise é que, mesmo nas economias que registram algum tipo de reativação nos meses finais de 2010, os índices de emprego não reagem ou se recuperam muito pouco. Nos Estados Unidos, por exemplo, o nível de desemprego se mantém muito próximo dos 10% da força de trabalho, isso apesar dos sinais de retomada do crescimento do PIB acima de 2%, e até uma expectativa de atingir 3% em 2011.

Nos países da Comunidade Europeia, com exceção da Alemanha, cuja economia retomou um ritmo mais vigoroso de crescimento em 2010, e da França, com expectativas mais moderadas, mas com previsão de maior crescimento em 2011, o panorama geral é desanimador. Sem contar as dificuldades que se renovam, mostradas a cada tentativa de previsão relativa às economias da Grécia, Irlanda, Espanha e Portugal, as mais citadas.

Perfil totalmente diferente é o do Brasil, que mostra melhores resultados à medida que os números relativos ao PIB e aos níveis de emprego em 2010 vão sendo fechados: no setor trabalho, o ano vai registrar números finais com uma taxa de desemprego menor que 5% (na verdade a estimativa é de 4,9%, nas seis principais capitais). Significa que o Brasil ultrapassou a crise mundial, chegando a seu final com uma economia de pleno emprego e ainda mantendo no último semestre do ano a tendência de continuar evoluindo positivamente, com o aumento da oferta de postos de trabalho. Em termos mundiais, é o país que melhor derrubou as taxas de desemprego, num conjunto selecionado das 20 mais importantes economias desenvolvidas ou emergentes.

Uma comparação simples mostra como o problema do emprego caminhou nos EUA e no Brasil, com o agravamento da crise em 2008: entre janeiro e junho daquele ano a taxa de desemprego média americana era 5,2%, e subiu para 9,7% no primeiro semestre de 2010; o desemprego brasileiro, que era 8,2% naquele primeiro período, reduziu-se para 7,3% no segundo e continuou caindo até o fim do ano. É possível identificar dois caminhos: Obama não conseguiu “fazer a cabeça” do consumidor americano nem reconquistar a confiança do setor produtivo, submetido ao jugo do poderoso sistema financeiro. Aqui, o nosso Lula sacou rápido o problema e, praticamente numa única e inspirada mensagem, convenceu o seu povo (trabalhadores e empresários da produção) de que a solução estava neles próprios: comprem e garantam seus empregos.

Pleno emprego, crescimento do PIB muito próximo de 8% em 2010, uma política econômica e social que perseguiu de modo crível o objetivo de dar igualdade de oportunidades a todos e melhorar a distribuição da renda entre as pessoas e regiões e mais a execução de programas de envergadura como o Bolsa Família, Luz para Todos e Minha Casa Minha Vida são marcas inegáveis do sucesso do metalúrgico de São Bernardo, um improvável estadista que se mostrou um líder mundial de real estatura.

Quem assina embaixo é o povo brasileiro, ao final desses oito anos de consumo em alta e redescoberta da autoestima: 87% declaram seu apoio ao presidente, 80% aprovam o seu governo e mais de 60% revelam suas esperanças na administração da presidenta que ele ajudou a eleger. Apesar disso, o povo é obrigado a conviver com o bombardeio meio terrorista de sociólogos, economistas e todo tipo de analistas financeiros que se julgam intelectuais de grande sabedoria e insistem em ocupar espaços na mídia para desmerecer os êxitos do antigo governo e disseminar a descrença e a desconfiança sobre o novo.

Não ganham, obviamente, a opinião popular, mas com certeza realizam alguns trocados na defesa do aumento da taxa de juros, objetivo principal que mal conseguem disfarçar…

Fonte: Revista Carta Capital (
www.cartacapital.com.br, acessado em 30 de janeiro de 2011).

sábado, 29 de janeiro de 2011

BC PROIBE EXCLUSIVIDADE EM EMPRÉSTIMOS CONSIGNADOS

Medida, já em vigor, impede que contratos restrinjam o acesso de clientes a operações de crédito ofertadas por outras instituições

O Banco Central passou a proibir a exclusividade nas operações de empréstimos. De acordo com a Circular 3.522, as instituições financeiras ficam proibidas de estipular “convênios, contratos ou acordos que impeçam ou restrinjam o acesso de clientes a operações de crédito ofertadas por outras instituições”. A medida, já em vigor, também contempla os contratos de crédito consignado – modalidade que desconta as parcelas diretamente da folha de pagamento do contratante.

Segundo comunicado da autoridade monetária, a resolução “contribui para estimular a eficiência na intermediação financeira, fator fundamental para a disseminação do crédito, criando condições adequadas para a redução dos spreads bancários [diferença entre o custo de captação de recursos dos bancos e os juros cobrados dos clientes]”.

O fim dos contratos de exclusividade nas operações de crédito garante maior poder de negociação ao consumidor. Esse acordo, que não permitia o consumidor fechar o empréstimo na concorrência, acontecia no momento em que o banco e a empresa ou órgão público firmavam o contrato para administração da folha de pagamentos.

“A medida também se configura em monopólio e concorrência desleal, uma vez que o consumidor era obrigado a aceitar as condições, como a taxa de juros, daquele banco”, afirma o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), em comunicado.

Vale lembrar que a circular é válida apenas para os contratos novos, além dos que forem renovados a partir da data de publicação da circular. Segundo o BC, as cláusulas de exclusividade dos contratos vigentes continuam válidas. Ao lado, conheça as recomendações dos especialistas na hora de obter crédito.

Contratos Antigos


O consumidor que está pagando algum empréstimo consignado realizado em determinada instituição financeira que detinha exclusividade com a empresa onde trabalha pode recorrer à portabilidade de crédito. Com isso, ele pode migrar seu débito para outra instituição que cobre juros menores. A migração é feita sem custos tributários e de transferência bancária.

“A medida do BC vão além das operações com crédito consignado. Ela veda as instituições de criar contratos ou acordos que impeçam a portabilidade de crédito”, declara a economista do Idec, Ione Amorim. “Nesse caso, o consumidor que adquiriu um crédito anteriormente de 24 parcelas com uma taxa de 7% ao mês e já pagou seis prestações e agora encontrou uma instituição com uma taxa de 5% em outro banco pode fazer a portabilidade sem ônus”, acrescentou.

Fonte: Jornal Cash (www.jornalcash.com.br).

PROPLAN

Que tal conhecer um pouco mais sobre a Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças (PROPLAN), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, suas atividades e equipe?
Visite nosso site no portal UERN: http://proplan.uern.br.
Aos poucos, e com muita atenção, estamos hospedando todas as informações sobre a Pró-Reitoria, legislação nacional e estadual, formulários utilizados no âmbito da UERN e notícias.
O trabalho de criação e manutenção do site está contando com a colaboração imprescindível de Haída (Vice-Reitoria) e de Melina (PROPLAN).

FRAGILE...

GOVERNO DO ESTADO DIVULGA NOVA MARCA E SLOGAN


O Governo do Estado do Rio Grande do Norte divulgou nesta sexta-feira (28.1.2011) sua nova marca.
Prevalecem na nova marca as cores azul e vermelha.
O novo slogan também foi divulgado: "Reconstruir e Avançar".

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

UM ERNESTO GEISEL DE SAIA?

Por Carlos Chagas

A História é plena de surpresas e de ironias. Mais estas do que aquelas, até. Nenhum presidente da República será cópia do antecessor, muito menos a sua negação. Cada um terá características e concepções próprias, moldando com o tempo a sua imagem. Mas semelhanças entre um e outro costumam aflorar desde o começo.

Qual o perfil de Dilma Rousseff capaz de ser desenhado nestes primeiros dias de seu governo, e com que outro matiz ele mais parece aproximar-se? Dirão os racionais ser muito cedo, prematuro ao extremo evoluir nesse terreno ainda desconhecido. Estão certos, mas, mesmo assim, vale arriscar algumas incursões no presente e no passado, ficando o futuro por conta da providência e do destino.

Mesmo assim, a tentação é irresistível para as primeiras comparações. Apesar de haver dividido o ministério em quatro segmentos principais, mostrando saber delegar poderes aos super-ministros encarregados de cada um, Dilma é centralizadora. Quer conhecer todos os detalhes de cada questão colocada diante dela para decidir. De uma espécie de primeiro-ministro, participante de todos os momentos, que é o chefe da Casa Civil, Antônio Palocci. Mas não deixa de ser, ao menos até agora, ministra de todas as pastas, diretora de todos os departamentos e chefe de todas as seções do serviço público. Sua presença no local das tragédias geradas pela natureza, na serra fluminense, demonstrou suas preocupações tanto com a preservação da vida dos atingidos, como prioridade maior, bem como a reconstrução de suas moradias, a recuperação de bairros, estradas e logradouros públicos, sem esquecer o abastecimento emergencial de gêneros e remédios, mais a mobilização e a ação imediata das estruturas federais, das forças armadas e dos ministérios mais de perto ligados ao enfrentamento da catástrofe. Mesmo assim, não deixou de cuidar das botas do Pezão, vice-governador do Rio que, pelo tamanho de seus pés, obrigava-se a andar descalço pela lama e os detritos. Impossibilitado de encontrar botas que lhe servissem, no comércio, a presidente prometeu e fez cumprir de imediato dois pares dos pisantes, tamanho cinqüenta, logo encaminhados pela Petrobrás, única empresa a produzir gigantescas botas para seus funcionários. Na primeira reunião do ministério, a presidente mostrou conhecer e estar acompanhando a realidade de cada setor mais até do que muitos dos recém-nomeados ministros.

Quem, no passado recente, mais deu exemplos dessa atenção desmesurada e agigantada de tudo o que se passava à volta de seu governo? Aqui vem a ironia da História, obviamente sem a emissão de juízos de valor nem julgamentos precipitados: foi o general Ernesto Geisel, responsável pelo período em que a atual presidente da República encontrava-se na prisão, acusada de pegar em armas contra a ditadura militar... Meras coincidências de modelo, jamais de conteúdo político, doutrinário ou ideológico, mas muito parecidas, nestas semanas iniciais de governo.

Até porque, mesmo em situações profundamente díspares, Geisel dispunha de um chefe da Casa Civil tão formulador de estratégias quanto combatido em seu próprio meio, cultor do trabalho em silêncio, o general Golbery do Couto e Silva. É a imagem que começa a ser formada em torno de Antônio Palocci, jamais um auxiliar capaz de atrair para si os holofotes do poder, assim como Golbery, mas peça fundamental à sombra do chefe.

Será um exagero, ao menos por enquanto, rotular Dilma Rousseff de um Ernesto Geisel de saias, mas a possibilidade parece em aberto.

Disponível em http://www.claudiohumberto.com.br/artigos/carloschagas.php.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

BNDES VAI FINANCIAR PEQUENO PROVEDOR

Como uma das primeiras ações para viabilizar o Plano Nacional de Banda Larga, que pretende popularizar a internet de alta velocidade no país, o governo já admite usar os recursos do Fundo Garantidor para Investimentos, do BNDES, para que os provedores de pequeno porte possam ter acesso a linhas de financiamento mesmo sem garantias reais para oferecer em troca.

O governo também se comprometeu a conversar com as distribuidoras de energia para que estas ofereçam preços menores aos provedores, já que algumas empresas cobram até R$ 9 pelo uso de um poste para levar internet por meio da rede elétrica, enquanto outras cobram muito menos, R$ 2.

As dificuldades de custos dos pequenos provedores foram o tema de uma reunião de ontem (11/1) entre o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e representantes da Associação Brasileira de Internet (Abranet), da Associação Nacional para Inclusão Digital (Anid) e da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint).

Após o encontro, o ministro afirmou que as negociações em torno do PNBL estarão concluídas até maio. A meta do governo é que o serviço esteja disponível a preços acessíveis em pelo menos 1.163 municípios até o final do ano.

"Eles vieram aqui para descrever os problemas que enfrentam, como os altos preços que pagam no atacado, a dificuldade de acesso a crédito e as burocracias do seu dia a dia", disse Bernardo.

Um dos principais problemas é conseguir financiamentos. Atualmente, esses pequenos empresários conseguem acesso ao cartão BDNES, mas com isso conseguem apenas capital de giro, não recursos para investimentos maiores.

"O pequeno provedor não consegue acesso pois não tem garantias reais a oferecer. Estamos trabalhando com a possibilidade de que o Fundo Garantidor para Investimentos possa ser usado em conjunto com o cartão BNDES. É uma exceção, apenas para os pequenos empresários envolvidos no PNBL", declarou o novo secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Nelson Fujimoto.

O ministro não excluiu a possibilidade de a Telebras se tornar parceira dos provedores como forma de viabilizar as garantias em financiamentos.

Os empresários se comprometeram a elaborar uma planilha dos seus custos atuais e levar aos técnicos do Ministério. O objetivo é que os pequenos provedores consigam oferecer banda larga com uma velocidade de 512 Kbps por no máximo R$ 35, valor de referência do governo para massificar o acesso à rede no Brasil.
Maeli Porto (originalmente publicado em www.brasileconomico.com.br).

ESTUDANTES RECEBERÃO AJUDA DO MEC

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta segunda (17) que os estudantes que morarem em regiões atingidas pelas fortes chuvas e deslizamentos no Rio de Janeiro, terão direito a receber uma bolsa de assistência estudantil de R$ 350,00 ao mês. De acordo com o ministério, poderão participar do programa, os alunos beneficiados pelo Sistema de Seleção Unificada (SISU) ou que tenham bolsas do Programa Universidade para Todos.

Fonte: Agência Brasil

domingo, 16 de janeiro de 2011

GOVERNO DEFINE DATAS PARA PAGAMENTO DE JANEIRO


O pagamento do do mês de Janeiro do funcionalismo público estadual vai acontecer em dois dias. Recebem no primeiro dia, 28/01, os funcionários da ativa, aposentados e pensionistas com matrícula que têm final de 1 a 5. No segundo dia de pagamento, 31/01, recebem os ativos aposentados e pensionistas com matrículas de final 6 a 0.

A folha de pagamento está sendo elaborada pela Administração já com base no decreto 22.141, que determina a redução de despesas com cargos em comissão, funções gratificadas e gratificação com representação de gabinete em todos os órgão e entidades da administração direta e indireta do poder executivo, incluindo pensionistas e o decreto 22.142, que determina o levantamento dos servidores cedidos e do quadro de lotação dos cargos efetivos do Poder Executivo Estadual.

Até o final da próxima semana será concluída a inspeção na folha dos servidores públicos estaduais do Rio Grande do Norte.

Fonte: Assecom RN

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

BOA MÚSICA

OS DESAFIOS DE UM SERVIDOR PÚBLICO

NOÉ DA SILVA

Narciso Abreu – servidor público

Um dia, o Senhor chamou Noé da Silva e disse, ordenando-lhe: "Dentro de seis meses, farei chover ininterruptamente durante 40 dias e 40 noites, até que todo o Brasil seja coberto pelas águas. Os maus serão destruídos, mas quero salvar os justos e um casal de cada espécie animal. Vai e constrói uma arca de madeira".

No tempo certo, os trovões deram o aviso e os relâmpagos cruzaram o céu. Noé da Silva chorava, ajoelhado no quintal de sua casa, quando ouviu a voz do Senhor soar, furiosa, entre as nuvens:

"Onde está a arca, Noé?"

– Perdoe-me, Senhor – suplicou o homem. Fiz o que pude, mas encontrei dificuldades imensas.

Primeiro tentei obter uma licença da Prefeitura, mas para isto, além das altas taxas para obter o alvará, me pediram ainda uma contribuição para a campanha.

Precisando de dinheiro, fui aos bancos e não consegui empréstimos, mesmo aceitando aquelas taxa de juros. Afinal, nem teriam mesmo como me cobrar depois do dilúvio.

O Corpo de Bombeiros exigiu um sistema de prevenção de incêndio, mas consegui contornar, subornando um funcionário. Começaram, então, os problemas com o Ibama para a extração da madeira. Eu disse que eram ordens suas mas eles só queriam saber se eu tinha "projeto de reflorestamento e um tal de plano de manejo". Neste meio tempo, o Ibama descobriu também uns casais de animais guardados em meu quintal. Além da pesada multa, o fiscal falou em "prisão inafiançável" e eu acabei tendo que matar o fiscal, pois para este crime a lei é mais branda.

Quando resolvi começar a obra na raça, apareceu o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e me multou porque eu não tinha um engenheiro naval responsável pela construção.
Depois, apareceu o Sindicato exigindo que eu contratasse seus marceneiros com garantia de emprego estável por um ano. Vejo em seguida a Receita Federal, falando em "sinais exteriores de riqueza" e também me multou. Finalmente, Senhor, quando a Secretaria de Meio Ambiente pediu o "Relatório de Impacto Ambiental" sobre a zona a ser inundada, mostrei o mapa do Brasil. Aí quiseram me internar num hospital psiquiátrico!

Noé da Silva terminou o relato chorando mas notou que o céu clareava.

- Senhor, então não irás mais destruir o Brasil?

"Não! – respondeu a voz entre as nuvens – Pelo que ouvi de ti, Noé, cheguei tarde! Alguém já se encarregou de fazer isso!".

Será que isto é uma "fábula" mesmo?

Fonte: Tribuna do Brasil, de 29 de julho de 2003, Polícia, p. A 11.

P.S.: Qualquer semelhança será mera coincidência?

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

IPVA 2011

E a temporada de gastos começa com força total...

Já estão disponíveis no site do DETRAN/RN (http://www.detran.rn.gov.br/) as guias para o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), seguro obrigatório e taxas referentes ao exercício de 2011.

A tabela anual e o calendário de pagamento foram oficializados através da Portaria n° 121/2o10 - SET, publicada no Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte, edição de 30 de dezembro de 2010.



NOMEADO NOVO PRESIDENTE DA FINEP

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, nomeou o sociólogo Glauco Arbix para ser o presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

Arbix é professor da Universidade de São Paulo (USP) e integrante do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNPq). De 2003 a 2006, ele presidiu o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

A FINEP é uma empresa pública, ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), que financia e promove projetos de inovação científica e tecnológica no âmbito das universidades brasileiras e do setor empresarial .

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

CANÇÃO AGALOPADA

"Pode ser que ninguém me compreenda
Quando digo que sou visionário
Pode a bíblia ser um dicionário
Pode tudo ser uma refazenda
Mas a mente talvez não me atenda
Se eu quiser novamente retornar
Para o mundo de leis me obrigar
A lutar pelo erro do engano
Eu prefiro um galope soberano
À loucura do mundo me entregar."


Zé Ramalho